Um dos maiores problemas em locais de trabalho é a poluição sonora. O ruído é o grande vilão e pode atingir níveis de intensidade perigosos para a saúde e para a segurança dos trabalhadores. As fontes dos ruídos são as mais diversas, como máquinas e suas vibrações, inclusive tudo o que está ligado diretamente ao prazer dos seres humanos como esportes e hobbies, mas as metalúrgicas são os locais de trabalho mais atingidos pela poluição sonora devido as horas intensas de trabalho e barulho.
Esses ruídos podem interferir na vida dos trabalhadores e, caso não sejam tomadas providências necessárias, alguns problemas podem ocorrer a curto e longo prazo. Segundo Deise Guex, fonoaudióloga e coordenadora de Programas de Controle e Monitoramento audiológico nos PCAs – Programas de Controle Auditivo na indústria, os efeitos negativos da poluição sonora nos seres humanos vão desde zumbidos e recrutamento (sensibilidade a sons intensos) até a surdez, entre outros como dificuldade para entender a fala em ambientes ruidosos e/ou dificuldade para discriminar palavras (disability).
O uso do protetor auditivo é necessário para a precaução desses problemas comenta Felipe Vergara, engenheiro e professor do curso de Engenharia Acústica da UFSM, "O ser humano aguenta 85 dB (A) durante oito horas de exposição diária" e, "Portanto, é preciso o uso do abafador ou fones de ouvido em ambientes de trabalho onde ultrapassem esses decibéis". Vergara ainda comenta que, cada vez mais, o protetor auditivo se torna mais específico para cada tipo de profissão como, por exemplo, os músicos e os metalúrgicos: "É uma tendência para melhorias na precaução desses problemas de saúde".
No Brasil as doenças ocupacionais que alcançam maior destaque são DORT - Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (risco ergonômico) e PAINPSE - Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados (risco físico), afirma Deise Guex. Um dos maiores problemas em relação aos ruídos é que não são devidamente notados em sua potencialidade lesiva e não são vistos como fatores de desencadeamento de doenças. Depois de instalada a perda auditiva não há reversão, portanto, a prevensão deve ser feita desde sempre.
Por Bruno Barichello, Carlos Eduardo dos Santos Flores, Luiz Otávio Prates
Esses ruídos podem interferir na vida dos trabalhadores e, caso não sejam tomadas providências necessárias, alguns problemas podem ocorrer a curto e longo prazo. Segundo Deise Guex, fonoaudióloga e coordenadora de Programas de Controle e Monitoramento audiológico nos PCAs – Programas de Controle Auditivo na indústria, os efeitos negativos da poluição sonora nos seres humanos vão desde zumbidos e recrutamento (sensibilidade a sons intensos) até a surdez, entre outros como dificuldade para entender a fala em ambientes ruidosos e/ou dificuldade para discriminar palavras (disability).
O uso do protetor auditivo é necessário para a precaução desses problemas comenta Felipe Vergara, engenheiro e professor do curso de Engenharia Acústica da UFSM, "O ser humano aguenta 85 dB (A) durante oito horas de exposição diária" e, "Portanto, é preciso o uso do abafador ou fones de ouvido em ambientes de trabalho onde ultrapassem esses decibéis". Vergara ainda comenta que, cada vez mais, o protetor auditivo se torna mais específico para cada tipo de profissão como, por exemplo, os músicos e os metalúrgicos: "É uma tendência para melhorias na precaução desses problemas de saúde".
No Brasil as doenças ocupacionais que alcançam maior destaque são DORT - Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (risco ergonômico) e PAINPSE - Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados (risco físico), afirma Deise Guex. Um dos maiores problemas em relação aos ruídos é que não são devidamente notados em sua potencialidade lesiva e não são vistos como fatores de desencadeamento de doenças. Depois de instalada a perda auditiva não há reversão, portanto, a prevensão deve ser feita desde sempre.
Por Bruno Barichello, Carlos Eduardo dos Santos Flores, Luiz Otávio Prates
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